Download: Calendário de Julho


Junho chegou ao fim e já está mais do que na hora de mostrar para vocês o calendário do novo mês! Inacreditável que julho esteja prestes a começar e que essa já é a nossa sétima folhinha do ano. Ou seja, acabamos de ultrapassar a fronteira crítica entre o primeiro e o segundo semestre, que marca "o início do fim" de 2012. A essa altura, o meu organizador do ano já ficou quase todo preenchido (talvez eu até imprima um novo para o segundo semestre, tipo volume 1 e volume 2 do livrinho!) e, por incrível que pareça, está quase na hora de começar os preparativos para o organizador do ano... que vem! Claro que estou tentando começar as coisas mais cedo dessa vez, para não atrasar a publicação da versão final e tentar fazer um trabalho mais bonito e bem acabado. Em breve, posto notícias a esse respeito por aqui!


E falando sobre o calendário de julho, a ideia por trás da ilustração era desenhar uma menina-leoa com juba exuberante e orelhinhas denunciando o parentesco felino. Mas a leoa acabou saindo tão mansinha, que parece até uma gatinha. Mais especificamente, parece até Natalie Portman na campanha do Dior Chérie de 2011, embora eu não tenha pensado na imagem como referência e só tenha notado a semelhança depois de ver o desenho pronto na tela do computador (quem também achou?) Enfim, o link para download da versão PDF do calendário, para aqueles que quiserem imprimir, é esse aqui! Quem quiser usar a imagem como wallpaper no desktop só precisa baixar a primeira figura do post e definir as confugurações. Espero que vocês tenham gostado, façam os downloads e, principalmente, aproveitem bastante o mês que está prestes a começar!

Download: Clipes Decorados


Outro dia, postei aqui um DIY para clips decorados e, naquele momento, uma preguiça infinita de criar desenhos digitais me impediu de vetorizar os bichinhos em estilo kawaii e disponibilizar o arquivo para vocês fazerem o download. Encerrei o post com a promessa de fazer isso assim que conseguisse e aí, agora que sobrou um tempinho (e a preguiça se foi), olhem só o que eu preparei... Novos modelos de clips decorados, prontinhos para recortar, montar e usar! Enjoei um pouco dos bichinhos (tenho essa coisa com kawaii: tem dias que amo, outros que não aguento) e resolvi então fazer balõezinhos engraçados!


Eu já tinha detalhado o passo-a-passo no outro post, mas se alguém perdeu aquelas dicas (ou não conseguiu entender o que eu fiz daquela vez), não custa nada dar mais umas instruções! (1) A primeira coisa a fazer é baixar o arquivo contendo os desenhos nesse link aqui. Modéstia a parte, os balões ficaram fofos demais! (2) Em seguida, a parte trabalhosa: recortar todas as figurinhas e dobrá-las ao meio! (3) Depois, é o momento de abrir uma fenda na parte de trás (o balão sem desenho ou palavra) e passar o clips através dela, como aparece na foto. (4) Aí, pra terminar, basta pingar um pouco de cola ou usar fita dupla face para fechar tudo.


E aí, os clips decorados estarão prontinhos para vocês usarem e abusarem! Quem tiver preguiça de montar todo o esquema - quem sou eu para julgar os preguiçosos? - pode só usar os desenhos como adesivos, ou mesmo mini-bilhetes (achei fofa essa ideia).  Espero que vocês tenham gostado dos desenhos e que também imprimam e aproveitem bastante esse novo freebie!

DIY: Etiqueta de viagem restyled


Estou saindo de viagem hoje (yeap!) e nos dias em que estive envolvida com a arrumação da mala, percebi que não tinha nenhuma tag de bagagem para identificar minha mala! O jeito foi pensar em algum projeto fácil e rápido de fazer - porque claro que eu só consegui fazer as malas em cima da hora - mas acabei conseguindo ter uma ideia não só simples de fazer como também super estilosa: transforma uma capinha plástica de cartão e um recorte de revista em etiqueta bonita para enfeitar a mala! Olhem só o passo a passo...


(1) Primeiro, separei o item mais importante do projeto: a capinha plástica. Olhando assim, pode até parecer um objeto meio incomum, mas eu garanto que todo mundo deve ter pelo menos um desses escondido em casa. Basta vasculhar as gavetas em busca de cartões de crédito fora de uso, cartões de transporte público, de entrada academia, enfim... Depois de garantida a capinha, escolhi uma figura de revista interessante e também separei cola, tesoura, linha e agulha. (2) A primeira coisa que fiz foi cortar a figura no tamanho certo da capinha e depois, com cuidado para não rasgar, separei a camada transparente da capinha, desmembrando-a em duas folhas plástica. (3) Na sequência, colei a imagem na folha opaca, sobre uma propaganda que havia impressa ali. (4) Aí, usando um estilete, abri o vão para passar a fita de prender a tag na mala e também fiz os furos para passar a costura manual. Pra terminar, costurei tudo e a tag prontinha ficou assim! (Na outra face coloquei um cartão com minhas informações pessoais, caso a bagagem seja extraviada).


E aproveitando o clima viajante do post, aproveito para avisar que as atividades continuam normais aqui no blog durante a minha saída! Espero visitar lugares bem bacanas e diferentes nos próximos dias e pode ser que o Road Trip passe por um breve dèjá vu dos diários de viagem que inauguraram o blog. De qualquer forma, continuamos com posts diários dos assuntos que rolam normalmente por aqui e as novidades podem ficar por conta de alguns posts especiais sobre a viagem, se vocês gostarem da ideia!.

Featuring: Russ Mills


Olhando a imagem aí de cima, alguém teria coragem de arriscar que tipo de técnicas estão por trás da criação da arte? Eu passei um bom tempo analisando alguns dos trabalhos do artista plástico britânico Russ Mills tentando descobrir se eram desenhos, pinturas ou fotos inteiramente retrabalhadas no Photoshop e em outros programas de tratamento de imagens. Fiquei muito, muito, muito impressionada com a coleção de ilustras que encontrei no site Behance (conhecem? mais uma boa fonte para descobrir novos artistas) e queria muito que o Mills estivesse disposto a um pouco de sharing de process, pra gente entender como todas essas obras incríveis foram feitas!


No site oficial do artista não há nenhum caderno de sketches, nem fotos de trabalhos em andamento, mas consegui recolher algumas pistas para ajudar a montar o quebra-cabeça do processo criativo do moço. A pista número um (detetive!) é essa dupla de imagens aí de cima - uma mais trabalhada, parecendo mesmo pintura, e a outra mais realista, que deixa claro o aspecto de fotografia. Na seção "FAQ" do blog, a primeira entre as perguntas mais frequentes é "quais são os métodos e materiais usados por Mills" e a resposta dele esclarece a questão sem entregar o jogo... O artista diz trabalhar sobre imagens e adicionar camadas, texturas e rabiscos até que o aspecto digital das ações desapareça completamente.


Pra ir um pouco além na brincadeira de detetive, vale dar uma olhada nos tutoriais super interessantes e didáticos da Carol Rivello (sobre a quem eu já falei aqui), que dá dicas bem explicadinhas de como colorir e adicionar texturas a desenhos. Através do sharing de process dela, dá pra ter uma ideia de como Mills manipula fotos para deixá-las com esse aspecto tão incrível! Nada que diminua o encantamento com o trabalho dele, pelo contrário: especular sobre os bastidores do processo criativo só me deixa mais impressionada com o talento das pessoas! Acontece o mesmo com vocês?

DIY: Mural de Linhas


Olhando a foto aí de cima sem espiar o passo a passo, pode até parecer que o projeto de hoje é difícil... Mas eu juro que não! A proposta é fazer um novo modelo de mural usando linhas amarradas em tachinhas - o que funciona super bem para prender bilhetes, fotos e papéis aleatórios que a gente adora colecionar sem precisar colar, furar, adesivar ou marcar nada. Além dessa bela vantagem, o mural de linhas ainda tem um jeitão de bacana de design minimalista, que pode adicionar uma camada (bem espessa) de sofisticação à parede onde for instalado!


(1) Os materiais necessários para o projeto são: um pedaço grande de papel paraná, tachinhas coloridas e linhas coloridas. Só isso mesmo! (2) Primeiro, é preciso fixar as tacinhas no papel paraná de maneira aleatória. (3) Depois, a haste de cada tachinha deverá ser enrolada com uma ou duas voltas de linha, presa com um nó, de modo a se tornar o ponto de partida para traçados que envolverão várias outras tachinhas. Enrolar a linha na base de cada uma delas, a medida que aparecerem no caminho da linha. (4) Fazer linhas bem complexas, passando por muitas tachinhas e, pra terminar, dar um nó de arremate no ponto final! O mural prontinho fica assim...


Quanto mais tachinhas, mais linhas e mais complexas as ligações entre elas, maior a chance dos papéis ficarem bem fixos ao mural. Quem quiser sentir mais firmeza nas amarrações pode procurar algumas tachinhas com haste maior e também colar duas folhas de papel paraná, uma sobre a outra, para aumentar a profundidade dos furos. Outra dica útil (que só me ocorreu agora no finzinho do post) é usar elásticos de espessura média ao invés de linhas e prendê-los no papelão diretamente com as tachinhas. Deve dar super certo. Se alguém por aí experimentar, conta pra gente como ficou!

DIY: Estampa Galaxy (em papel)


Quando a galaxy print entrou na moda, não morri de amores pela ideia de usar roupas estampadas com nebulosas. O que me fez curtir a tendência foi imaginar que as imagens do universo impressas sobre os tecidos logo poderiam ser transplantadas para outros suportes, principalmente papéis - onde renderiam muitos usos bacanas! Mas o fato é que, quase um ano depois da moda aparecer, nunca encontrei nada além de peças de vestuário (e capinhas de iPhone caríssimas) com estampas galácticas... O jeito, então, foi pensar em alternativas para aplacar o meu desejo por galaxy prints, criando uma técnica para tingir em casa tantas folhas de papel quantas eu quisesse. Foi assim que surgiu o DIY de hoje!


(1) Os materiais necessários para criar o efeito galáctico são: uma folha de papel escuro (eu usei marrom), tubos de tinta aquarela de cores diversas (vale olhar o tumbrl Fuck Yeah Nebula para ter umas ideias), glitter, água e um secador de cabelo. (2) A primeira coisa a fazer é espalhar aleatoriamente pinguinhos de tinta por todo o papel. (3) Em seguida, é preciso derramar uma boa quantidade de água sobre a folha e diluir a tinta, formando misturas de cor. (4) Depois, que o papel estiver completamente pintado, é hora de jogar o glitter por cima e usar o secador de cabelo para fazer a água se movimentar até secar. E o resultado final fica mais ou menos assim...


Vale avisar que na última etapa o trabalho vira uma bela sujeira! O secador pode fazer a água carregada de tinta escorrer por todos os lados, então, escolham fazer o projeto em um lugar apropriado para bagunça, certo? Outra coisa que precisa ser dita é que o glitter não está efetivamente colado no papel e, a depender do uso pretendido, pode acabar desgrudando. Quem quiser, pode adicionar uma camada de cola sobre o papel e jogar o glitter no final. Um último aviso ainda é necessário: as fotos estão longe de fazer jus ao aspecto real das folhas pintadas, que ficaram muito, mas muito mais bonitas ao vivo! Só fazendo pra ter ideia... Mesmo assim, espero que vocês tenham gostado!

DIY: Móbile de Nuvem 3D


Minha obsessão por móbiles de nuvem continua! Aquelas nuvenzinhas de feltro que fiz outro dia  acabaram virando presentes para amigas e aí, a decoração da minha casa ficou carente de enfeites "nuviosos". Flanando pelo Pinterest,  pra variar (só que não!), encontrei a foto de um móbile 3D super fofo mas, ao tentar buscar a fonte da imagem, cadê que eu consegui chegar no DIY original? O jeito foi deduzir o passo-a-passo e recriar o tutorial para quem quiser fazer a tentativa! 


(1) O projeto é bem fácil de fazer e utiliza materiais que todo mundo deve ter em casa: papel (quanto maior a gramatura, melhor), tesoura, linha, agulha e os moldes das nuvens - que eu fiz pra vocês e já disponibilizei para download nesse link aqui! (2) A primeira coisa a fazer é traçar os gabaritos de corte, usando os moldes como referência. Há três tamanhos diferentes de nuvens e, para o efeito 3D acontecer, cada um deles deve ser recortado em três ou mais folhas. (3) Depois de cortadas, é necessário dobrar as nuvens ao meio, sobrepor as de mesmo tamanho e, em seguida, fazer os furos da costura. (4) R por fim, basta passar a costura através dos furos, deixando uma boa medida de linha sobrando em uma das extremidades, e abrir as nuvens para criar o efeito tridimensional. Para ter níveis diferentes no móbile, regular o comprimento da linha de acordo com as posições desejadas.


E o resultado final fica assim, lindinho desse jeito! O projeto todo é bem, bem fácil. Pra mim,o trabalho maior ficou por conta de criar os moldes (e isso que já fiz por vocês) e recortar tudo. Nem a preguiça é desculpa para não tentar, porque até eu, que confessei publicamente (e sem um pingo de vergonha na cara)  no post de ontem a craft-preguiça sem fim que ando tendo ultimamente, fiz esse projetinho sem dificuldades!

DIY: Clips decorados ao estilo Kawaii


Ando tão preguiçosa para DIYs muito elaborados! O jeito então é exercitar a criatividade em projetos mais simples e fáceis de fazer, que não demandem muito tempo nem esforço. Hoje, olhando sites de cultura japonesa, me re-apaixonei por figurinhas fofas ao estilo kawaii e foi pensando nelas que resolvi montar alguns clips de papel com carinhas de bichos bonitinhos (quer dizer, que eu achei bonitinhos). Muito fáceis de fazer, olhem só! 


(1) Os materiais necessários para fazer os clips são: clips, óbviamente, pedacinhos de papel de qualquer cor e gramatura (eu usei os retalhos que sobraram depois que recortei o molde do cartão-disco de dia dos namorados), tesoura, estilete, canetas e lápis para desenhar, fita dupla-face (ou cola, mas vocês sabem da minha dificuldade) e uma moeda de um Real ou menor. (2) Primeiro, é necessário desenhar o contorno da figura, usando a moeda para fazer o formato da cabeça do bicho. (3) Depois, dobrar o papel e recortar, seguindo o traçado do desenho. (4) Em seguida, desenhar a carinha em uma das partes e, na outra, fazer uma fenda com estilete, por onde passará o clips. Daí, basta aplicar a cola ou a fita e fechar!


Fiz essas carinhas todas que aparecem aí na foto e até pensei em vetorizar esses e outros desenhos e transformá-los em moldes para que vocês imprimissem e só recortassem em casa. Essa proposta, aliás, ainda está de pé (mas e a preguiça? quando passar eu juro que faço!) Por enquanto, deixo a dica para vocês exercitarem as habilidades "desenhísticas" e a capacidade de fazer carinhas fofas em bichos e outras coisinhas!

DIY: Caderno de Flecha do Pinterest


É certo que tenho passado boa parte do meu tempo (in)útil da internet no Pinterest, dando "likes" frenéticos em fotos de gente estilosa, lugares exóticos e coisinhas desejáveis! Algumas delas pertencem ao domínio "DIY" que, por razões que vocês podem imaginar, são as que eu mais gosto de olhar e colecionar - para ter ideias ou tentar colocar algum projeto em prática, do jeitinho que vi por lá. Esses caderninhos de flecha, por exemplo, são a reprodução (ou o mais próximo que eu pude fazer da reprodução) dessa foto que eu vi por lá e achei tão bacana e simples a ponto de querer adaptar a ideia para fazer capas descoladas para caderninhos brochura artesanais! Eis aqui o tutorial...


(1) Usei: papel craft, papeis coloridos em tons vibrantes, tesoura, estilete, fita dupla face e o molde da flechinha, disponível para download nesse link aqui. Também precisei ter à mão uma boa quantidade de folhas de sulfite, linha e agulha para montar as brochuras, a exemplo do que fiz nesse outro post aqui. (2) A primeira coisa a fazer foi cortar o papel craft e as folhas coloridas no tamanho do molde (aproximadamente meia folha A4) e, com estilete bem afiado, cortar as flechas só no papel craft. (3) Em seguida, fiz as brochuras e costurei o papel colorido por último, como se fosse uma capa. (4) Aí, apliquei uma boa quantidade de fita dupla face em pontos estratégicos para fixar a capa de papel craft à primeira folha da brochura. O legal de fazer isso foi criar o fundo colorido para o molde vazado da flecha no papel craft e, depois, e também fazer uma encadernação diferente daquelas que eu havia tentado no tutorial das brochuras comuns, escondendo a costura dessa vez!


O resultado final ficou assim: flecha colorida na capa e contracapa também colorida! Ah... Algumas dicas extras podem ser necessárias: primeiro, é bom tomar cuidado na hora de colar o papel colorido ao papel craft, para que a lombada da brochura fique bem ajustada à dobra da capa (e não haja risco de o caderninho estragar com o tempo). Depois, quem quiser usar cola ao invés de fita dupla face pode ficar à vontade, mas eu tenho uma certa dificuldade com aquela meleca toda que a cola faz e prefiro evitar quando é possível. No mais, acho que o projeto é meio trabalhoso, mas o resultado final compensa o esforço! Super vale a pena tentar. 

Illustration Rally: Capas de disco


Poucas coisas na internet me parecem mais legais nesse momento que as competições entre ilustradores promovida pelo Illustration Rally! Cada rally gira em torno de um tema específico ou de uma proposta de criação e artistas do mundo todo podem se aventurar a submeter seus trabalho à curadoria do blog. Ganha quem conseguir emplacar uma ilustra entre as escolhidas para aparecer por lá (ou seja, cada rally tem tantos vencedores quantas ilustrações publicadas sobre aquele tema específico) ou quem acompanha tudo de perto e tem o privilégio de ver tantos trabalhos legais reunidos!


Tenho acompanhado ansiosamente as atualizações do rally em curso desde o fim de maio, que é o mais legal de todos que já apareceram por lá. A proposta da vez é que os artistas interessados em participar da competição criem capas de disco imaginárias para suas bandas e músicos preferidos. É tanta coisa incrível que tive até dificuldades de escolher apenas três imagens para ilustrar esse post (porque eu tenho TOC disfarçado de senso de diagramação, se alguém já notou).


Eu não conheço a maioria dos discos cujas capas estão sendo ilustradas pelos artistas participantes do rally e aí que a competição também tem me proporcionado possibilidades de conhecer música nova. Se eu gosto da ilustração, já jogo o nome do cantor ou da banda no google pra saber do que se trata e, mais ainda, conferir de que maneira o som influenciou a criação do desenho (e também dar uma espiada na capa original dos discos só pra ter certeza que a recriação do rally é muito mais lega)! A propósito, quem ficou curioso pra saber quais são dos discos das ilustras do post, eis aqui a relação: primeiro, álbum Boy from School, da banda inglesa Hot Chip; depois, álbum Gloss Drop, da banda americana Battles; e, por fim, o álbum Everything happens for a reason, da banda Hollywood Nobody. Quem curtiu, corre no link pra ver os outros posts do rally dos discos!

DIY: Pranchetas Decorativas


Desde o início do ano que eu tenho vontade de criar um super mural ou moodboard para decorar a minha área de trabalho e ajudar a manter as ideias fluindo, mas a falta de tempo, espaço e criatividade ainda não deixaram a ideia sair do papel. Aí, o jeito até agora tem sido  improvisar o tal mural: já fiz chalkboad fake, emoldurei coisas de modos alternativos e reciclei um quadro de ímãs antigo com uma montagem de fotos polaroid. A proposta de hoje é mais uma dessas improvisações e consiste em criar mini pranchetas decorativas para prender recortes e bilhetes aleatórios!


(1) Fazer as mini pranchetas foi super fácil e eu só precisei de: um pedaço de papelão, retalhos de tecido (papel decorado também serve, mas pode ser mais difícil de colar), cola e prendedores de papel como esses que aparecem na foto. (2) Aí, basta cortar os papelões no tamanho desejado para cada prancheta e, em seguida, os tecidos na medida necessária para cobri-los. (3) Depois, é só passar cola, espalhar e colar o tecido. No verso da prancheta, só é preciso dobrar o tecido e passar cola, sem mistérios! O tecido adere super bem ao papelão, mesmo com cola comum e não há muito perigo de ficar vincado, como frequentemente acontece com colagens do tipo feitas com papel. (4) A mini prancheta fica pronta quando os prendedores de papel são fixados no topo. Simples assim!


As mini pranchetas DIY são mais decorativas do que funcionais - já que pode se desmontar muito facilmente porque o prendedor de papel não está afixado ao papelão. Mesmo assim, colocar o projeto em prática tem suas vantagens em relação a simplesmente comprar pranchetas pré-fabricadas e prendê-las na parede. Afinal, o tamanho e a estampa de cada uma delas pode ser feito sob medida para o uso que se pretende fazer. Isso sem falar que essa proposta de DIY é super rápida e barata de fazer. Usei só materiais reciclados que estavam sobrando aqui em casa e não demorei mais que 10 minutos para fazer essas duas que aparecem no post. Acho que vale a tentativa!

DIY: Luzes de Coração


Eu adoro a iluminação incandescente de mini lâmpadas e há tempos tinha vontade de fazer uma guirlanda luminosa para dar um glow na decoração de casa. Tenho visto no Pinterest muitas delas feitas com luzinhas recobertas por dobraduras de papel em diversos formatos. As minhas preferidas são as de balões e estrelinhas, mas nessa minha primeira tentativa, preferi fazer pequenos envelopes com recortes de coração que são fáceis de fazer e já dão aquele efeito lindo!


(1) Para esse projeto, é preciso ter à mão: tiras de papel de seda - papel de revista também serve, mas retém um pouco mais a luminosidade-, tesoura e cordões de mini lâmpadas (a.k.a. luzinhas de Natal). (2) Os corações são feitos assim: a partir de uma tira de papel, dobrar uma das pontas em triângulo e depois sobrepor esse primeiro triângulo sucessivas vezes, até transformar toda a tira em uma sobreposição de vários deles. O papel que sobrar só precisa ser dobrado para dentro, como em um envelope. (3) Depois, é hora de transformar o triângulo obtido com as dobraduras em um coraçãozinho, arredondando as pontas e criando um "v" com recortes. (4) Para uma guirlanda completa, são necessários vários corações, mas depois que um bom número deles estiver pronto, basta passar cada um deles pelo cordão de mini lâmpadas.


O resultado final é fofo assim! O projeto é bem fácil, mas demanda um pouquinho de paciência na etapa de dobrar e fazer os recortes no papel de seda para criar cada coração. Dependendo do tamanho do cordão de mini lâmpadas, isso pode acabar se tornando um trabalho monstro, mas não se assustem! Dá pra fazer corações maiores que ocupem o espaço de duas lâmpadas de uma só vez (dependendo da proposta da decoração) e ainda usar os corações em apenas um segmento do cordão completo. Anyway, já aviso que fazer os corações pode acabar sendo divertido e até meio viciante...  

DIY: Pulseira para Máquina Fotográfica


Essa minha vida de fotógrafa acidental me fez aprender a importância dos cordões e pulseiras de máquinas fotográficas! Tiro fotos para do blog (e da vida, em geral) quase todos os dias e vocês não imaginam quantas vezes a minha câmera foi salva da destruição por causa da pulseira lateral presa no braço. O acessório é item de segurança, mas pensando bem, poderia facilmente se transformar em adereço! Por isso, resolvi criar uma nova versão de pulseira lateral para a minha câmera analógica preferida, que é charmosa demais para andar por aí com o cordão preto e sem graça que veio de fábrica...


(1) Os materiais necessários para fazer a pulseira são: uma pedaço de feltro (outros tecidos grossos, como sarja, também se aplicam), linha, agulha, lápis para fazer marcações, grampo e argola de metal. Esses últimos itens são os mais incomuns entre todos da lista, mas não se assustem! Qualquer pessoa que tiver um chaveiro velho em casa pode conseguir a argola e o grampo pode ser o mesmo que já existe na pulseira original da máquina. (2) Primeiro, é preciso cortar o tecido em uma tira comprida e fininha, de uns 30cm por 1,5 cm e já deixar a argola por perto. (3) O próximo passo é dobrar a tira quase ao meio, deixando uma folga de uns 4cm em uma das extremidades, depois passar a argola por essa ponta mais longa e dobrar. (4) Aí, falta só costurar, como na foto!


E aí está a pulseira em detalhes pra vocês conferirem de perto as costurinhas! Quem quiser incrementar sua pulseira com pinturas e desenhos, acho super recomendável (inclusive, deixo essa sugestão linda aqui para quem quiser uma ideia de como fazer). Eu queria ter conseguido bordar algumas linhas que planejei para a minha a tempo de mostrá-los nas fotos do post, mas não deu e por enquanto ela está assim, azul clarinho, sem mais frescuras (mas vou incrementá-la em breve)! Espero que vocês tenham gostado e experimentem outros modelos! 

Download: Cartão Polaframe


O dia dos namorados é mesmo uma data especial, tanto que merece dois cartões para download aqui no Road Trip! No início da semana, postei o cartão inspirado em um disco de vinil - que ficou uma graça, olhem só aqui - e para o cartão de hoje, a inspiração é uma foto polaroid. A ideia é transformar uma foto comum em uma polaroid fake (que vocês sabem que eu adoro!), criando uma moldura de papel, e complementar o conjunto com papeis de carta bonitinhos, com desenhos alusivos à temática da fotografia vintage. Adaptei algumas das ilustras do "organizador do ano" e montei dois conjuntinhos de papeis de carta para vocês escolherem. O link para download do material completo do cartão polaframe (a moldura polaroid e os dois tipos de papel de carta) é esse aqui!


A montagem do cartão é bem simples, mas achei que valia um passo-a-passo para ajudar! (1) Para fazer um, basta ter à mão: os impressos do cartão polaframe (olha o link aqui outra vez), tesoura e uma foto bacana - de preferência na vertical - do casal ou de alguma cena representativa da relação, enfim! (2) A primeira coisa a fazer é recortar os impressos, seguindo as linhas de contorno, e abrir a janelinha da moldura polaroid. Vocês podem optar por imprimir os dois conjuntos de papel de carta ou apenas um deles (aí, basta suprimir a impressão da página do conjunto que não foi escolhido). (3) Depois que tudo estiver cortado, é hora de preencher os cartões com as mensagens para o namorado ou namorada  (essa parte fica por conta de vocês... eu sou péssima em escrever mensagens desse tipo e deixei os dois papeis de carta em branco!) (4) E, pra terminar, basta reunir a moldura, a foto e os papeis de carta preenchidos e... voilá! Quem quiser, pode também usar um adesivo para fechar o cartão, ou colocá-lo dentro de um envelope.


Alguém quer dicas de impressão? Bem, os arquivos estão adaptados para o formato de papel A4, que é o mais comum e todo mundo deve ter em casa. Como a ideia é fazer um cartão bem bonitinho, vale à pena usar um papel de gramatura maior (a partir de 140g/m2 fica bom), especialmente para a moldura - que pode ficar molenga demais com papel sulfite. Se for texturizado, melhor ainda, já que a moldura polaroid original é meio texturizada! Ah, e imprimir em jato de tinta fica ótimo também. Espero que vocês gostem e aproveitem!

Scrapbook para iniciantes (parte IV)


Desde que voltei a tirar fotos analógicas, há mais ou menos um ano, prometo (pra mim mesma) fazer um álbum especial para cada filme revelado. Até aqui, não coloquei a promessa em prática - por falta de tempo, ideias, vontade, e até uma frustraçãozinha com os meus clicks, que não ficam tão bons em papel fotográfico quanto na minha imaginação! Hoje revelei mais rolo e resolvi criar um álbum  para guardar as novas fotos e, de quebra, praticar mais algumas técnicas de encadernamento artesanal, dessa vez usando trilho de furador (não sei se esse é o nome real da peça ou uma invenção nada a ver da minha cabeça, mas olhando as fotos vocês vão entender do que estou falando).


(1) Os materiais necessários são: o tal trilo de furador (aquela pecinha metálica que prende papéis furados sabem? bem fácil de conseguir em papelarias), folhas reaproveitadas de um livro velho, tesoura, furador e um pedaço de papel craft. (2) A primeira coisa a fazer é cortar o papel craft no tamanho desejado para uma capa (ou seja, a medida de duas folhas, mais um espacinho para a dobra da lombada) e marcar o lugar ideal para fazer os furos por onde entrarão as hastes do trilho. (3) Em seguida, é hora de fazer os furos no papel craft (usei estilete nessa hora) e furar as folhas também. Aí, é só passar o papel craft por dentro das hastes, depois fazer o mesmo com as folhas e fechar o conjunto com o trilho. (4) Pra vocês terem uma ideia melhor (porque a descrição desse passo-a-passo ficou meio difícil, né?) a foto do verso do caderno pode ajudar a entender como prender o trilho de furador.


Depois de pronto o caderno/álbum, comecei a colocar as fotos, colando com fita dupla face! Reparem que, além dos passos que aparecem no tutorial, eu ainda incrementei o meu fazendo uma capa com colagem de imagens tiradas de revista e também colocando um elástico pra fechar tudo. Colocar o elástico é bem simples: basta fazer dois furos na contra-capa, passar o elástico - cortado na medida certa da capa, mais uma folga de uns seis centímetros - através deles e colar as pontas com cola ou fita adesiva. Mais instruções nesse tuto aqui, ó!

DIY: Carimbo de Negativo


Faz tempo que eu não falo sobre carimbos artesanais por aqui, né? Hoje resolvi resgatar o estoque de borrachas que eu acumulei em casa, enquanto fazia aquelas experiências de esculpir desenhos para carimbar, e criar essa moldura de negativo que aparece aí na foto. Eu adoro o aspecto bacana dos negativos de filmes analógicos (até já me inspirei neles para outros projetos do blog, como o marcador de livros que postei outro dia) e como estou em busca de carimbos para estampar algumas páginas de journals e scrapbooks sobre viagens e fotos, achei que era hora de inventar algo que pudesse reproduzir rapidamente o formato deles!


(1) Os materiais necessários para fazer o carimbo são: uma borracha retangular de tamanho mais ou menos parecido com um quadro de negativo (a minha era um pouco menor na largura), lápis e estilete. (2) Tomando um negativo de verdade como referência, é interessante marcar o dentilhado do filme e (3) em seguida traçar o retângulo da moldura propriamente dita. (4) Depois que o desenho estiver pronto, é hora de cavar o traçado com o estilete e esculpir o formato desejado. Pode parecer difícil recortar todos os quadradinhos laterais, mas fica tranquilo se em vez de tentar reproduzir com o estilete os movimentos feitos com o lápis (ou seja, contornar o traçado), vocês simplesmente firmarem o estilete em um ponto do quadrado e girarem a borracha. Bem mais fácil e rápido de fazer!


A minha ideia é usar o carimbo como moldura pada fotos e desenhos, mais ou menos como eu fiz nessa figura que aparece na foto. Batido apenas uma vez no papel, forma-se um quadro único de negativo e para simular um pedacinho maior do rolo basta apenas bater o carimbo em sequência no papel, cuidando para não desalinhar.Vale traçar à lápis a linha guia ou - mais fácil ainda! - usar uma régua mesmo como limite lateral. Quanto mais enfileirados ficarem os quadrinhos, mais perfeito o resultado final!

DIY: Frutas desenhadas para decorar


A semana é de DIYs despretensiosos, então achei que seria legal compartilhar a ideia de desenhar nas frutas como uma proposta de decoração bacana e sem dificuldade alguma. A coisa toda chega a ser bobinha de tão simples e lúdica, mas é aí que está toda a graça, afinal. Imagina só ser surpreendido por essa pera com carinha feliz na porta da geladeira? Ou se deparar com uma fruteira cheia de perinhas com expressões diferentes? É pra levantar o astral do dia mais cansativo e arrancar sorriso até de de quem sofre de mau humor crônico.


Na mesma linha "decoração instantânea de coisas que todo mundo tem em casa", que transformou um saco de papel na luminária daquele outro post, a ideia aqui também é incrementar o cotidiano com uma ideia incrivelmente simples (que faz a gente ter aquela sensação de "como é que eu nunca pensei nisso antes") e, ao mesmo tempo, engraçada/charmosa. De hoje em diante, vou sempre tentar desenhar uma carinha fofa entre as frutas de casa, pra pegar um desavisado de surpresa, e até já fiquei pensando em levar canetinha escondida pro supermercado e tramar uma "pegadinha" para as velhinas que passam horas escolhendo suas compras.


Instruções podem não parecer necessárias, mas são! Frutas não são propriamente superfícies para desenho (ainda que gente estranha como eu pense o contrario) e não há canetas ideais para rabiscar sobre elas. Mesmo assim, canetinhas e marcadores funcionam, contanto que a fruta esteja em temperatura ambiente e bem seca. Se a ideia for fazer uma decoração comestível - o que é bem interessante - é melhor ler direitinho o rótulo e das instruções de uso da caneta, pra não contaminar as frutas com possíveis componentes tóxico.  
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